Sim, sim, Guilherme fez
aniversario... dezoito anos... naum
q mude nada, mas fez aniversario... mais um... daí foi bem bolinho, brigadeiro,
jogar Worms com Tiago, Marcel e Paulinho... receber ligação de vó, de irmão, de
mina... até Núbia me ligou, mas acho q foi Marcel q pediu... enfim. Espero q
tenha sido. Ou naum, tanto faz...
Esses dias a pedidorra tem sido
Avril Lavigne. Nem por nada, mas tem sido, tipo, meio sem querer. Curtindo um
DVD dela e um André Mesquinho (que pra quem num manja, é o nome do cd novo
dela...). Tudo nos esquema, dvd copiado pro computador, cd made in casa do
Tiago, e tudo certo.

Ganhei dvd do Corra, Lola (o q o meu irmão num faz por espaço no pc...) e
nem vi ainda... porque fiquei vendo Avril ontem o dia todo e hoje fui almoçar
fora a tarde quase toda...
Tem trocentos dvds q eu nem vi aqui em casa... eu até tenho uma lista,
mas preguiça de digitar... relevancia pra Harry Potter 2 e sei lá... qualquer
outro.
O A Premonição q eu quero ver é o das maçãs... agora se esse é esse “In
dreams” eu já num sei....
Daí a coisa toda restante é o de sempre, o de sempre de agora, q é num
fazer grandes reflexões sobre nada, tipo, 18, sim, e daí? E naum “18, agora é
tempo de isso e aquilo, e parar com o aquilo outro q há tanto tempo me
aflige...”
Pensar já encheu, ainda mais q esse mês é o ultimo de cérebro
completamente livre de obrigações... ou não, sei la... a vida é essa mesmo,
agora acho q finalmente to conseguindo pegar uma gripe, estou desde segunda num
vai num vai de ficar gripado, o q é muito importante para o futuro da
humanidade.
Outro dia, com menos sono, eu faz um template legal pro blog
(provalvemente na casa do Tiago) e digita algum outro conto....
Entaum é kinda happy birthday, por mais q já foi ontem.....
Feliz Natal.
Escrito por Lhiguerme às 04h20
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
Ta, vai comentar do post abaixo antes de terminar de ler bagulho... mas ta moh comedia o Marcel & Núbia, mas so pra quem manja de vida de Marcel... o bandido q fala igual o tal do Loucura... mto bom... “Cohab Parque Kaiser”... comedia, comedia... mas num e nada q um “Baralhoso” num subjugue!!!
Era esquema comenta toda essa treta em blog de Marcel, mas aqui em casa e inacessível... Comentário do conto era isso
Escrito por Lhiguerme às 03h47
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
Tales of Portal Fantasy
Marcel & Núbia
El mamut chiquitito
Portal Fantasy Website
Escrito por Lhiguerme às 17h30
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
segue um texto q num tem a ver com o titulo mas é a biografia do Tarantino (ou quase):
(roubado do http://jornalcampus.yawl.com.br , encontrado no goole, buscando por "Assassinos por Natureza")
15/05/2004 21h31
Assassinos por natureza
Gustavo Heidrich Oliveira
Quentin Tarantino é um ser humano curioso. Nascido em 1963, de uma estudante de enfermagem de 16 anos e um aspirante a advogado de 21, que se tornaria cedo um pai ausente, Tarantino deve seu primeiro nome ao personagem “Quint”, interpretado por Burt Reynolds no faroeste Gunsmoke (algo como fumaça de arma), série televisiva de grande sucesso nas décadas de 60 e 70 nos EUA.
O jovem Quentin foi também um freqüentador precoce das salas de cinema. Aos 8 anos havia assistido filmes como o controvertido Carnal Knowledge, de 1971. Aos 16 abandonou a escola. Aos 22 era empregado de uma locadora na Califórnia, onde passava a maior parte do tempo assistindo filmes compulsivamente. Aos 25 escreveu “Assassinos por Natureza”, que viraria um grande sucesso nas mãos do diretor Oliver Stone. E finalmente aos 31 ganha a Palma de Ouro em Cannes e a consagração internacional com “Pulp Fiction”.
Desde seu primeiro filme “Cães de Aluguel”, de 1992, a violência é a marca dos filmes de Tarantino. Mas não se trata aqui da mesma violência que pode ser facilmente encontrada em 80% da produção hollywoodiana das últimas décadas, de estrelas do calibre de Van Dame, Stallone ou Schwarzenegger. A violência de Tarantino é uma opção estética.
A primeira cena dos dois volumes de “Kill Bill”, produção mais recente de Tarantino, é um exemplo elucidador da utilização da violência pelo cineasta. Em uma câmera fixa, em preto e branco, o diretor mostra a agonia da protagonista (interpretada por Uma Thurman), que ensagüentada no chão discute com seu sádico antagonista, de quem só se escuta a voz. Ali a violência da cena, que termina com um tiro certeiro na cabeça de Thurman, é um ambiente que serve à tensão. Trata-se de explorar uma certa beleza que existe em um momento de fragilidade do ser humano, de usar o que seria à primeira vista algo repugnante, como um recurso de conformação da imagem e do discurso cinematográfico.
A futilização da morte, do acidente, do trágico, que acontece por exemplo em “Pulp Fiction”, de 1994, é outra marca de Tarantino. A cena clássica na qual os mafiosos interpretados por Samuel L. Jackson e Jonh Travolta matam um jovem dentro de um carro, após o disparo acidental da arma da personagem de Travolta, é um aperitivo da banalização da violência que seria levada ao máximo nas cenas de luta de “Kill Bill”. Essa banalização, contudo, serve à sátira e ao humor, proporcionando uma dimensão mitológica e por vezes irônica da realidade representada.
Bebendo diretamente da fonte dos clássicos da literatura noir, como Elmore Leonard, Tarantino constrói um universo narrativo onde a violência não é mais algo a ser temido, uma transgressão, mas sim uma condição natural de sobrevivência das personagens e uma opção de estética da imagem. Mesmo em produções mais sustentadas pela narrativa psicológica, como em “Jackie Brown”, de 97, a violência insurge como uma característica intrínseca da ação, algo do qual não há escapatória possível, um meio para conseguir realizações e atingir a liberdade. É assim que Lois Gara, interpretado por Robert De Niro, assassina a jovem afetada interpretada por Bridget Fonda no estacionamento de um shopping, apenas porque ela insistia em repetir uma mesma palavra.
A linguagem de Quentin Tarantino é a da pós-modernidade, onde nada mais pode ser compreendido integralmente, mas apenas em fragmentos, capítulos, pedaços. As personagens de seus filmes são engolidas pela própria velocidade dos acontecimentos de suas vidas e agem impelidas por uma motivação sempre renovada por suas personalidades.
Do mafioso Jules Winnfield de “Pulp Fiction”, que citava o mesmo trecho da bíblia a todas as suas vítimas antes de executá-las, até a noiva sedenta por vigança de Uma Thurman em “Kill Bill”, os tipos humanos de Tarantino buscam um sentido na vida enquanto trafegam perdidos em sua própria existência, tentando se agarrar em pequenas tábuas de salvação.
Neles está refletido um pouco da autodestruição e do instinto de sobrevivência de todo ser humano, que compete, engana, tem vícios, morre e mata. Neles está o reflexo de uma modernidade cujo projeto humano fracassou. Neles estão cada um de nós, que de uma forma ou de outra, somos também “assassinos por natureza”, ainda que seja apenas de nossas próprias vidas.

Escrito por Lhiguerme às 19h04
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
sim, depois de seculos apanhando inutilmente do computador, eis q o segredo para copiar e colar era unicamente um word aberto.... Funciona de maneira simples:
1- Selecionar o texto desejado, clicar segurar e arrastar para o word
2- Selecionar o texto no word, clicar segurar e arrastar para o lugar onde se deseja colar (normalmente no postador do blog). Segurar o ctrl caso for para copiar (sem ctrl recorta).
pois é, num é um ctrl+c ctrl+v mas da pro gasto... sei la...
abaixo uma lista de filmes pra alugar esses dias, de aniversario (provalvelmente nem vou alugar, ou vou alugar uns dois ou sei la... mas sempre foi assim - em italico os q eu nunca assisti):
Premonição, A (In Dreams)
Janela Indiscreta
Tempestade de Gelo (Ice Storm)
Goonies, Os
Ed e Sua Mãe Morta
Ecos do além
Alien
Assassinato em Gosford Park
Assassinos por Natureza
Psicose
Taxi Driver
Entrevista Com o Vampiro
Estranho no Ninho, Um
[dvd]
Excêntricos Tenenbaums, Os
Mão assassina, A
Último portal, O
Vamos nessa
Quase Famosos
Gattaca - Experiência Genética
engraçado q alguns, tipo ed e sua mae morta e assassinos por natureza eu nem sei direito do q trata... apesar q assassinos o roteiro é do Tarantino... enfim, foi meio post-teste, era isso.
Escrito por Lhiguerme às 17h52
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
[ ver mensagens anteriores ]
|
 |
|