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Poesia concreta

 

Carol amor claro que amo carol e amo amor carol claro

 

Carol Carol Carol Carol claro Carol Carol Carol Carol 

Amo Amo Amo Amo claro Amo Amo Amo Amo Amo

 

Poesia concreta pop art com propaganda subliminar. 



 Escrito por Lhiguerme às 19h30
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Booooring!

Bem diria o Homer Simpson... mas é, só pra vocês (meu blog tem um público maior do que uma pessoa?) terem uma idéia das únicas coisas que ando escrevendo (ou escrevo sentado em frente ao computador) ultimamente:

2.5.5. Distinção entre ação social, filantropia e responsabilidade social

 
Muito se fala em atividades como a filantropia e a ação social, sem distinguir os dois termos ou mesmo incluindo-os na divulgação da atuação socialmente responsável das empresas. No entanto, vários autores entendem que os três conceitos são distintos, por isso pretendemos diferenciá-los a partir daqui.

O contexto de ação social é amplo, existindo inclusive no âmbito das ciências sociais. Nessa área do conhecimento, a ação social é definida como “qualquer ação que leva em conta ações ou reações de outros indivíduos e é modificada se baseando nesses eventos”.[1]

Em Administração, o termo tem sido aplicado às ações filantrópicas, voluntárias ou beneficentes que visam promover ajuda humanitária em várias áreas como: saúde, alimentação, cultura, educação, entre outras. Essa ajuda pode ser direta ou indireta, através da associação a entidades religiosas, comunitárias ou filantrópicas. As ações sociais buscam aliviar necessidades e/ou sofrimentos de muitas pessoas, podendo ser executadas por cidadãos ou por empresas. São muito importantes para quem as recebe, e muito bem vistas pela sociedade. Porém, não devem ser confundidas com a responsabilidade social. Ela é diferenciada da filantropia e da ação social pelo Professor Oceano Zacharias, autor do livro “Responsabilidade Social – Uma estratégia de gestão empresarial”, da seguinte maneira:

 “(A Responsabilidade Social) É um conjunto de princípios que direciona as ações e relações das empresas com seus funcionários, fornecedores, consumidores e comunidade em que estão inseridas. É uma forma de conduzir os negócios que torna a empresa parceira e co-responsável pelo desenvolvimento social. A responsabilidade social impacta diretamente os negócios da empresa e a forma como ela os conduz. Dessa forma, as ações voltadas à responsabilidade social propriamente dita têm outro pano de fundo, bem diferente daquela conhecida ação social ou filantrópica. A ação da responsabilidade social preconiza que quem recebe seus benefícios está evoluindo; a ação voltada à responsabilidade social não se prende ao presente, vai além: transforma para melhor o futuro de quem a recebe”.[2]

 A visão de Zacharias, que tende para a abordagem da sensibilidade social, ajuda-nos a compreender a distinção que pode ser feita entre ação social e responsabilidade social. Enquanto a ação social é uma prática isolada, focada na resolução de um problema social presente, que não necessariamente afeta diretamente a empresa ou a pessoa que pratica ação, a responsabilidade social é uma prática contínua, que visa o bem-estar dos públicos relacionados com a empresa, inclusive funcionários e fornecedores, buscando a excelência e melhoria no longo prazo. Pode-se dizer que a responsabilidade social engloba as ações sociais, mas não só elas, como também outras atividades: melhorias no ambiente de trabalho, redução da poluição e dos impactos ambientais, transparência na prestação de contas, entre muitos outros.

Já o termo filantropia, que pode ser definido como “a ação continuada de doar dinheiro ou outros bens a favor de instituições ou pessoas que desenvolvam atividades de grande mérito social”[3], relaciona-se estritamente com a doação de bens. Na raiz, o termo significa "amor à humanidade", "humanitarismo"[4], porém atualmente tem sido utilizado para designar as doações feitas por pessoas ou empresas para o auxílio à causas sociais e para o investimento social das empresas privadas. Existe também o termo “filantropia empresarial” para definir essa atuação empresarial.

Para uma diferenciação mais aprofundada entre a filantropia e a responsabilidade social, temos a opinião do Instituto Ethos:

 “A filantropia é basicamente uma ação social externa da empresa, que tem como beneficiária principal a comunidade em suas diversas formas (conselhos comunitários, organizações não-governamentais, associações comunitárias etc) e organizações. A responsabilidade social é focada na cadeia de negócios da empresa e engloba preocupações com um público maior (acionistas, funcionários, prestadores de serviço, fornecedores, consumidores, comunidade, governo e meio ambiente), cuja demanda e necessidade a empresa deve buscar entender e incorporar aos negócios. Assim, a responsabilidade social trata diretamente dos negócios da empresa e de como ela os conduz”.[5]

Num contexto mais amplo, a atuação filantrópica das empresas também recebe hoje o nome de Investimento Social Privado. A seguinte definição é do portal http://www.idis.org.br, organização especializada na difusão e em ações de investimento social:

 “Investimento social privado é a alocação voluntária e estratégica de recursos privados, sejam eles financeiros, em espécie, humanos, técnicos ou gerenciais, para o benefício público.

Para ter impacto e promover a transformação social, esse investimento depende de pesquisa focada, planejamento criativo, estratégias pré-definidas, execução cuidadosa e monitoramento dos seus resultados”.[6]


Conclui-se que os três tipos de ações são importantes e primordiais para o desenvolvimento social. Cada uma a seu modo, por meio delas busca-se uma maior justiça social, sem deixar de se preocupar com o resultado da empresa. Entretanto, ações sociais e filantrópicas podem ser praticadas também por pessoas físicas, enquanto a responsabilidade social é geralmente associada às empresas. Quanto ao público-alvo, a filantropia e a ação social atingem apenas a comunidade e as organizações nela inseridas, enquanto a responsabilidade social visa também ao crescimento dos funcionários, acionistas, fornecedores e clientes de uma empresa. Pode-se ainda argumentar, baseando-se na visão de Zacharias, que a ação social e a filantropia possuem caráter mais reativo, enquanto a responsabilidade social tem um caráter mais proativo. No tocante ao contexto empresarial, cabe aos administradores definir suas estratégias de atuação, e dentro do seu plano de projetos sociais, aplicar aquele conceito que for mais pertinente à empresa, aos públicos nela interessados, bem como à comunidade em que ela se insere.


--------------------------------------------------------------------------------

[1] Disponível em http://pt.wikipedia.org/wiki/A%C3%A7%C3%A3o_social. Acesso em 23/09/2007.

[2] ZACHARIAS, Oceano. Ação Social e Responsabilidade Social. Revista Profissional & Negócios. Jan/07, p. 22.

[3] Disponível em http://pt.wikipedia.org/wiki/Filantropia. Acesso em 23/09/2007.

[4] Disponível em www.afetos.adm.br/index_arquivos/CETSglossarioAaF.htm. Acesso em 23/09/2007.

[5] Disponível em http://www.ethos.org.br/DesktopDefault.aspx?TabID=3344&Alias=Ethos&Lang=pt-BR. Acesso em 19/09/2007.

[6] Disponível em http://www.idis.org.br/sobre-o-idis. Acesso em 23/09/2007.

 

é isso.



 Escrito por Lhiguerme às 02h54
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Happily ever after

O que é felicidade para você? Carros, dinheiro e mulheres? Ou só dinheiro e carros1?

Acho que depende de você ser gay ou não. Eu, no momento, não sou. E acho carros tremendamente aborrecidos. Não que eu ache mesmo isso. Foi só pra escrever à la Caufield2. Que era, na verdade, Seinfeld3. Digo, Salinger4. Actually, I don’t know what I’m talking about!

Como dizia o Kurt5 (Orkut?) “eu só queria ficar no fundo do palco, tocando guitarra”.

Mentira! Eu nunca quis isso! Mas o Kurt sim. (Orkut?!)

Retomando o tema inicial: Sou feliz, agora. Não, não vá, embora... nãããããão! Vou morrer de saudade6! Grande Tim! Mas a Claro é melhor.

Entende, é disso que estou falando! Felicidade é: não conseguir fazer nada com seriedade! Poderia ser uma depressão disfarçada, também. Mas não é o caso agora. In this moment, I feel happy... I... I wish you were here! 7 Incubus é o que há! Bandaça! Bandana! Bandalheira! Umbanda! Hahahaha

Cara, really, eu devia substituir o José Simão8. Quando ele morrer, ou algo assim. Nós somos iguais.

Pior sou eu pensando em inglês pra escrever e traduzindo pro português pra não ficar chato. Seria melhor, se não houvesse refrão nenhum, mas há! Inooo seu apartamentooo9! Ino porca. Inimiga da Sakura-chan! Ou amiga. Dependendo do momento10.

O que queria ser dito era, “seria melhor, se escrevesse logo em english”. Mas daí faltar-me-iam palavras de toda forma. Entonces, better portuguese.  

Better together11, já dizia o Johnny Mufas12 haushasuahu..... A.k.a. 13 Tom Jones14... A.k.a. Jack Johnson, presidente do Futurama15 (o supermercado?) 16

Mas é isso, estou começando a ter certeza de que, apesar do estilo único, não sou capaz de escrever como uma pessoa normal. Começo, meio e fim, sem piadinhas internas.

I’m a joker17, definitely. Peremptoriamente! Tava pensando nessa palavra hoje, “peremptoriamente”. Agora o Michaelis (Schumacher?) me ajudou a definir o que ela significa. Definitivamente. Definitely Maybe18, como diziam os Oasis. Isso sim é que é miragem, “silêncio no deserto, deserta highway” 19.

Ah, boring. Queria escrever como gente. Tentando, vai!

 

Happiness. Is a warm gun?

Bang-bang, shoot shoot? 20

 

Nowadays violence is everywhere. We smoke here, we drink some tea. Some people smoke marijuana for thirty years and they aren’t addicted21. Me, I have never smoked. My lungs still red. Some people have black lungs. Black hole sun, won’t you come22. No, sorry, I can’t.

 

Foda-te, é mais poético23. Poéticuzão. Hate. Blood. Sugar. Sex. Magic. 24 Supertrunfo. 25

 

Stay awake playing cards, Harry Winterman cigars, but she never told me her name, I still love you girl form mars26

Parece que sim, não? Mas, na verdade, não. 27

Vou comer torta de sardinha28 que é better, better better betteeeeeer! 29 À la Vanessa Carlton30 ahuhauahu a.k.a. Amy Winehouse31... a.k.a. Clarice Lispector32.... a.k.a. Regina Spektor33

 

Depois vem alguém e pergunta “esse menino é doido?”

I try my best not to forget34..

Mas eu juro que vou melhorar.



 Escrito por Lhiguerme às 02h24
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Listei as referências utilizadas para compor o post acima, just for you to enjoy (diria até que mais for me do que for you, mas whatever):

 

1.     Texto de uma tirinha do Calvin que era proposta de redação do cursinho, exatamente sobre esse tema (O que é a felicidade para você). Tirei 9,5, deve ser por isso que foi marcante. Vê se eu lembro das que eu tirei 6,5, claro que não!!

2.     Caufield, a.k.a Holden Caufield, personagem principal do livro “O Apanhador no Campo de Centeio” (The Catcher in the Rye).

3.     Seinfeld, a.k.a. Jerry Seinfeld, astro do seriado Seinfeld, sitcom norte-americana conhecida como “a melhor série sobre o nada”. 

4.     J.D. Salinger, autor do livro “O Apanhador no Campo de Centeio” (The Catcher in the Rye).

5.     Kurt Cobain, vocalista do Nirvana.

6.     Trecho da letra da música “Você”, do Tim Maia.

7.     Trecho da letra da música “Wish you were here”, do Incubus.

8.     José Simão, colunista da Folha de São Paulo, famoso por rir das próprias piadas.

9.     Trecho da música “Princesa”, do Ludov. A letra correta seria “e no seu apartamento”, foi alterada por fins humorísticos.

10.  Ino e Sakura-chan, personagens do anime Naruto. Sakura costuma chamar Ino ofensivamente de “Ino-Porca”. As duas têm uma rixa por gostarem do mesmo garoto, Sasuke, porém no passado eram amigas (isso até onde eu acompanhei da série, que é por volta do 30º episódio).

 



 Escrito por Lhiguerme às 02h23
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11.  “Better together”, nome de uma música do cantor de não-sei-qual-país Jack Johnson.

12.  Johnny Mufas, banda que faz shows de pop-rock-brega nas Noites do Terror do Playcenter.

13.  A.k.a significa Also known as, ou, numa tradução livre, “também conhecido como”.

14.  Tom Jones, cantor irlandês famoso pela música “It’s not unusual”, famosa por ser a favorita do personagem Carlton do seriado Fresh Prince of Bel-Air (no Brasil chamado de “Um maluco no pedaço”).

15.  No desenho animado Futurama, os dois candidatos à presidência do mundo chamavam-se John Jackson e Jack Johnson e eram idênticos, numa sátira aos candidatos a presidência dos EUA, que são sempre muito semelhantes. Uma sátira parecida acontece no clipe Testify, do Rage Against The Machine, mostrando os candidatos a presidente dos EUA da época, George W. Bush e Al Gore, e seus discursos extremamente parecidos, quando não idênticos.

16.  Existe em São Paulo, na Avenida Angélica e em outros endereços, um supermercado chamado Futurama.

17.  Um triplo sentido aqui. Considero-me um joker pelas piadas que estou fazendo neste texto. Tenho também uma amiga que me chama de joker, devido ao meu sorriso supostamente ser parecido com o do Coringa do Batman (Joker, no original). Ainda pode ser uma referência à minha namorada, pois falamos muito que somos piadistas. O termo piadista pode ser traduzido para o inglês como joker.

18.  “Definitely Maybe”, nome de uma música do Oasis.

19.  Trecho da letra da música “Infinita Highway” dos Engenheiros do Hawaii.

20.  “Happiness is a warm gun/ hapiness bang-bang shoot shoot”, versos da música “Happiness is a warm gun” dos Beatles.



 Escrito por Lhiguerme às 02h21
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21.  Referência ao vídeo “Tapa na Pantera”, muito popular no You Tube.

22.  Trecho da letra da música “Black Hole Sun”, do Soundgarden.

23.  Trecho do nick de um contato meu do MSN.

24.  Blood, Sugar, Sex & Magic, nome de um álbum do Red Hot Chilli Peppers. Magic também é o nome de um jogo de cartas.

25.  Supertrunfo, nome de um jogo de cartas.

26.  Trecho da letra da música “Girl From Mars”, do grupo irlandês Ash.

27.  Esta não faz referência direta a nada, na verdade. Qualquer coisa que eu escrever aqui vai parecer uma tentativa de desmentir, então irei manter o subentendido.

28.  Minha mãe fez torta de sardinha hoje (15/07/07). E eu nem fui comer desde a hora que escrevi que iria, porque fiquei fazendo essa lista de referências!

29.  Trecho da letra da música “Fidelity”, da Regina Spektor.

30.  Vanessa Carlton, famosa pela música “A Thousand Miles” (famosa?). Talvez eu a tenha citado porque sua música tem piano como a da Regina Spektor, mas talvez tenha sido porque eu citei o Carlton anteriormente (o cigarro?).

 



 Escrito por Lhiguerme às 02h20
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31.  Amy Winehouse, cantora britânica que tem estilo parecido (ou não mesmo, mas me lembra ela de alguma forma) com o da Regina Spektor.

32.  Clarice Lispector, escritora brasileira, famosa pelo livro “A Hora da Estrela”.

33.  Regina Spektor, cantora norte-americana, maior legal, que canta uma música com o Strokes (Modern Girls and Old Fashioned Men), e várias outras em carreira solo.

34.  Trecho da letra da música “Meds”, do Placebo.

 



 Escrito por Lhiguerme às 02h20
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Legal que o texto das referências ficou maior do que o próprio texto. Mas é bem assim mesmo. Referências mil. Referências até ao delegado se ele for abusivo! 35

Melhor eu do que o Gol, o carro, que plagiou as verdades sobre o Chuck Norris. Pelo menos não estou gastando nada (só eletricidade) nem ganhando nada (só um pouco de diversão) com minhas referências.

That’s all folks 36

 

 

35.     Referência ao vídeo do Jeremias José, outro muito popular no You Tube.

36.     Referência aos desenhos dos Looney Tunes.



 Escrito por Lhiguerme às 02h18
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Glücklich

she's like, so carneva, u can do, so much better!
ah, nada como separar versos com vírgulas
algo como: no meio do caminho tinha uma pedra, tinha uma pedra no meio do caminho
quiasmo. Que asmo! (whada hell is asmo? who knows...)
qui sont-ils? qui ils pensent qu'ils sont?
grande enghaw
enghaw parece nome de pacote linux... huhasuhu.. ou linguagem de programação qualquer huhuh
vou largar secretariado e fazer PD... ushauashu claro q vou.. só vou.. já fui
não sei pq mas me senti meio José Simão agora.. rindo das minhas próprias piadas que só eu acharei graça uashuhsuahshu so funny
só pode
pontuação gefällt mir nicht
melhor é aquela comunidade do Orkut.. Tendinietzsche! hasuhuashuas depois o japonês sou eu! hasuhuhuh e o pimenta não vai entender mas são detalhes... é só pra parecer que fumei aqui e tomei um chá...
porque escrever direito doesn't feel like recipient.. escrever direito é coisa tão banal perto da beleza do Planalto Central! ahsuhahu grande Nativus FM... huhuhu
morra seiya e morra mil se pudesse!
contra tudo e contra todos! I'm so fuckin' happy this very moment, maybe you understand maybe you don't figure it out but you are everything to me, e como diz a mina do clipe do Green Day, I never gonna leave you!

shinny happy people holding hands! that's what I'm talking about!
beijos to you guys, we loved Brazil, see you next time! Obrigatow!



 Escrito por Lhiguerme às 01h12
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Hmmm...

Sempre quis começar um texto com essa palavra. Hmmm... Com três êmes. Soa melhor. Não que ela soe, enfim, fica com uma aparência melhor. Algo assim.

Eu tenho esse problema com as mulheres. Eu penso demais nelas. Eu penso demais nelas e não é saudável. Eu penso em pessoas que estão pensando trinta vezes menos em mim do que eu nelas. Eu penso em pessoas que sequer me conhecem. Que ficaram no passado. Em pessoas imaginárias eu parei de pensar, há alguns anos. Mas não creio que tenha sido uma evolução. Pessoas imaginárias pelo menos são uma ficção completa. Ia me ajudar a escrever boas ficções. Pensar nas pessoas reais, compromete as minhas possíveis ficções. Pois elas teriam que ter pessoas reais atuando. Com seus nomes reais e tudo, para que eu não travasse. Posso dizer com convicção que o maior erro da minha vida foi parar de imaginar situações com pessoas imaginárias e passar a imaginá-las com pessoas reais. Foi nesse momento que eu perdi o encanto. Eu penso, agora, que eu deveria ter escrito minhas primeiras ficções quando eu tinha meus nove ou dez anos. Devia ter escrito e deixado guardadas. Assim, aos vinte anos, só pegaria a base, e aprimoraria. Pegaria as boas idéias da infância, e colocaria palavras bonitas e reflexões adultas nelas.
Adultas não, adolescentes. Mas já é algo. Porque, no meu presente, meu presente que eu digo é o hoje, o agora, a palavra não importa, mas eu sou muito enfático, então tenho que ficar repetindo toda hora, AGORA... ufa!, agora, eu já não tenho mais idéias. Só tenho veborragia. Falácia. Chatice.


Certos momentos eu fico com a impressão que escrevo demais e não digo nada. Isso me deixa extremamente triste, porque sei que sou vazio.
Me frustro com as pessoas mas elas devem sentir o mesmo, e agem certo ao se frustrarem comigo, porque eu sou frustrante.
Sabe, não que eu seja mesmo, no fundo, eu sou legal. Mas eu não consigo convencer as pessoas disso, nem a mim mesmo eu convenço muito.

 

Esse texto está fora do que eu sinto hoje. Porque não o escrevi hoje. Escrevi-o dia 29/12, provavelmente num horário como este, por volta das 2 da manhã. Agora são duas e cinqüenta, o ano é dois mil e sete.
Hoje não pensei muito nas mulheres. Pensei um pouco, mas acho que fiquei dentro do saudável, espero.
Não penso na família. Penso nos amigos. Daqui algumas horas vou a biblioteca com o meu irmão. Valorizo isto. A gente vai provavelmente caminhar até o metrô sem trocar uma palavra, mas é bom. É bom tê-lo por perto. Aquele ser que não demonstra emoção nenhuma, mas que eu sei que precisa de mim, mais do que essa dúzia de criaturas com as quais eu gasto pensamentos durante umas doze horas por dia. Algumas são só doze minutos. Mas mesmo assim... o fato de precisarem de mim ou não é irrelevante. Eu preciso delas (e deles, que fique claro que há lugar para ambos os sexos). Preciso, nem que sejam em pensamentos impuros.
Porque a única coisa pura é Smirnoff... triple distilled.



 Escrito por Lhiguerme às 03h14
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another heart is cracked, in two... I'm on your ba-aack ........

 Escrito por Lhiguerme às 01h57
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not enough time, for all that I want...

os dias tinham que ter 30 horas e os fins de semana 380 horas,,

não dá tempo pra nada...

agora estou num momento de esperar pra ver no que dá...

givin time.. that I don't have.... interessant...

pressure coming down on me... só não posso socar o box do banheiro nem nada, principalmente porque depois sabe-se lá quando que vai surgir outro... surgir... palavra interessante. as pessoas surgem. coisas surgem. tudo surge, e em geral, surge do nada. Brota do chão, faz pluft no ar... breezing... fuma aqui, toma um chá

só tomei o chá hoje... e foi mate... mata mil, se puder... já tá bom, com o tempo que tenho... 5 minutos dedicados ao blog, que serão lidos em 30 segundos... dame-ô... te dou um queijo, Jiban! 



 Escrito por Lhiguerme às 04h06
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"Toda pessoa tímida já sofreu algum trauma ou a timidez é só uma questão
de personalidade?

O trauma pode ser caracterizado pela simples exclusão dessa pessoa num
grupo, geralmente isto ocorre nos primeiros anos de escola é e dever
dos pais e professores observar isto e tentar ajudar na integração desta
criança ao grupo e vice-versa, se não com o passar dos anos a pessoa
fica mais tímida e evita ir a muitos lugares ou falar com as pessoas por
medo e insegurança, se ela souber contornar a situação ou procurar
ajuda pode aceitar a sua timidez como parte de sua personalidade e acaba
até se tornando uma pessoa legal e menos introvertida."

 

a pergunta sei lá quem fez... a resposta é do meu irmão...bye



 Escrito por Lhiguerme às 16h58
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Changes - David Bowie

Oh yeah
Mm
Still dont know what I was waiting for
And my time was running wild
A million dead-end streets and
Every time I thought Id got it made
It seemed the taste was not so sweet
So I turned myself to face me
But Ive never caught a glimpse
Of how the others must see the faker
Im much too fast to take that test

Ch-ch-ch-ch-changes
(turn and face the strain)
Ch-ch-changes
Dont want to be a richer man
Ch-ch-ch-ch-changes
(turn and face the strain)
Ch-ch-changes
Just gonna have to be a different man
Time may change me
But I cant trace time

I watch the ripples change their size
But never leave the stream
Of warm impermanence
So the days float through my eyes
But stil the days seem the same
And these children that you spit on
As they try to change their worlds
Are immune to your consultations
Theyre quite aware of what theyre going through

Ch-ch-ch-ch-changes
(turn and face the strain)
Ch-ch-changes
Dont tell them to grow up and out of it
Ch-ch-ch-ch-changes
(turn and face the strain)
Ch-ch-changes
Wheres your shame
Youve left us up to our necks in it
Time may change me
But you cant trace time

Strange fascination, fascinating me
Ah changes are taking the pace Im going through

Ch-ch-ch-ch-changes
(turn and face the strain)
Ch-ch-changes
Oh, look out you rock n rollers
Ch-ch-ch-ch-changes
(turn and face the strain)
Ch-ch-changes
Pretty soon now youre gonna get a little older
Time may change me
But I cant trace time
I said that time may change me
But I cant trace time


 Escrito por Lhiguerme às 00h06
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O que me falta é desejo de continuidade
o que me falta é ler drummond
eu nao sei porque ele é tão bom
mas é.
ele é O Caminho de Swann que eu nunca li,
ele é a ostra que eu nunca comi,
ele é O Sétimo Selo que eu nunca assisti,
ele é a Europa que eu nunca fui.
(Ele é um pouco melhor do que esses porque eu já o li, aos picados, pelos livros afora, graças a intertextualidade).

Eu já descobri porque ele é bom
Porque ele não é nada que eu já tenha feito, lido ou consumido
Ele é o contrário de mim e é inédito
Ele é a amizade de quem perdeu-se contato, ou melhor: a amizade que nunca foi feita
a amizade que ficou no quase
ele é a música que só ouvimos uma vez, só um trecho, e não lembramos o nome
Aplica-se a esse meu texto a minha teoria
de que as minhas aspirações superam os meus feitos,
e eu continuo preferindo muito mais querer muito e não realizar nada,
do que querer pouco e realizar algo.
" a vida inteira que poderia ter sido e não foi" e "a parte disso tenho em mim todos os sonhos do mundo".



 Escrito por Lhiguerme às 01h30
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